Repórter por um dia no The Town 2025: música, cultura e diversidade
- Laryssa Leitte
- 13 de set. de 2025
- 4 min de leitura

Ser repórter por um dia no The Town 2025 foi intenso, divertido e emocionante.
No dia 13 de setembro, o Instituto GUETTO levou estudantes e voluntários para curtir o The Town 2025, em São Paulo, e eu tive a chance de ser repórter por um dia em um dos maiores festivais de música do Brasil. Ou seja, podia me divertir e, ao mesmo tempo, trabalhar. Um combo que todo jornalista sonha!
O convite veio da Flora, coordenadora de comunicação do Instituto e, desde o primeiro momento, já criei expectativas. Sempre fui fascinada por bastidores — quando criança, ficava vidrada no Vídeo Show, imaginando como seria estar do outro lado, produzindo as matérias.
Dessa vez, não fiquei só imaginando: acompanhei de perto tudo o que acontece em um evento desse porte e vivi, pela primeira vez, a adrenalina de transformar momentos em histórias dentro do festival The Town 2025.
Vem comigo sentir toda a emoção que vivi nesse dia!
The Town 2025: festival em movimento
O The Town em 2025 estava enorme! Anda-se bastante para ir de um palco a outro, mas a estrutura funciona muito bem. Dá para circular sem sufoco, há acessibilidade, cadeiras de rodas disponíveis e até lugares para sentar no gramado e descansar as pernas.
Encontrar os estudantes e voluntários do Instituto GUETTO para fazer conteúdo no meio de tanta gente não foi simples, mas conseguimos nos virar pelos grupos de WhatsApp. Amém, tecnologia!
Entre shows e emoções
O line-up do dia era de fazer qualquer um abrir um sorrisão: Mariah Carey, Ivete Sangalo, Jessie J, Lionel Richie, Gloria Groove e muitos outros. Mas, mais do que nomes, cada show tinha sua própria experiência única.
A Jessie J foi um espetáculo à parte! Aquela mulher é linda, durante todo o show passou uma energia muito boa. Recém-operada, subiu ao palco e entregou uma apresentação emocionante, cheia de força e vulnerabilidade. Já a minha (cof cof) querida Ivete Sangalo trouxe aquele astral típico dela, fez todo mundo esquecer o frio e dançar junto, mesmo quem havia chegado com “casacão de urso” que nem eu.
Vamos “abrir um parêntese” aqui nessa conversa: sou fã da Claudia Leitte há uns bons 17 anos, mas por alguma ironia do destino, sempre acabo nos shows da Ivete. E cá entre nós, que a minha loirinha nunca saiba disso, mas se souber, que me chame para a área VIP do show dela!
Entre um show e outro, percebi algo lindo: pessoas que nunca tinham se visto dançando lado a lado, sorrindo e criando novas amizades no show da Ivete, o axé music carrega essa energia boa de socialização.
O Gustavo, voluntário do Instituto GUETTO, me contou durante a entrevista que ficou emocionado durante e depois do show do grupo Os Garotin. Ele chorou, dançou, gritou, pulou e não parava de sorrir, e eu só conseguia pensar: “é exatamente isso que a música faz!”.
Ativações que renderam risadas e brindes
Se vocês pensam que o festival The Town é só música, estão enganados, temos brindes também. Participei de algumas ativações super divertidas e vou listar aqui:
No stand do Globoplay, tocamos bateria ao ritmo da música que escolhemos em trio, eu, a Tainá, nossa social media e o seu marido e claro fomos de “Toca Raul!!”, porque tem que ter rock, né? No final, apareceu nossa pontuação e, ganhamos brindes. Vitória do povo de deus!
No stand do Governo de SP, pedalei numa bicicleta que carregava o celular com a energia da pedalada, uma vibe bem ecológica, depois fiz um grafite em realidade virtual e saí com mais um brinde. Multitarefa é comigo mesmo!
No stand da Rádio 89, tirei uma foto como se estivesse na calçada da fama da rádio. Postei nas redes sociais e ganhei outro brinde. Brinde bom é brinde repetido, e eu não reclamo.
O Espaço Plural
Entre os shows e ativações, passei pelo Espaço Plural do The Town 2025 junto da galera do Instituto, e nesse espaço eram oferecidas ativações, bate papos no formato talk show, conteúdo digital e marketing de influência (presença de criadores de conteúdo diversos).
A proposta era trazer visibilidade e o sentimento de pertencimento a pessoas periféricas, negras e LGBTQIA+.
Ali, a diversidade cultural era evidente: pessoas de diferentes cores, raças, credos e estilos convivendo e trocando experiências. Particularmente, eu amei esse espaço e vi que ele reforça tudo o que o Instituto GUETTO acredita: respeitar singularidades, valorizar cada voz e ampliar o acesso à cultura.
Um dia que vai ficar na memória
Ser repórter por um dia no The Town 2025 foi intenso, divertido e emocionante. Andar pelos palcos, observar o público, participar das ativações, registrar sorrisos e brindes conquistados me fez perceber como o jornalismo conecta histórias, pessoas e emoções em um grande festival de música e diversidade.
Voltei para casa cansada, com os pés doloridos, mas com o coração cheio. Música, diversidade, brincadeiras e adrenalina foi isso que vivi e que me fez perceber, mais uma vez, que é exatamente isso que quero para a minha carreira: contar histórias que emocionam, divertem e conectam pessoas.
Fazer parte do Instituto GUETTO me mostrou que o voluntariado não é só sobre doar tempo, mas sobre viver experiências que transformam a gente por dentro. Se você também sente que pode contribuir e quer viver momentos únicos como esse, venha ser voluntário(a) no Instituto GUETTO.
Obrigada, Instituto GUETTO!
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