Encontro +B Amazônia: Instituto GUETTO compartilha aprendizados e conexões de impacto
- Hannah Dias
- 30 de set. de 2025
- 4 min de leitura

O Instituto GUETTO marcou presença no Encontro +B Amazônia, conectando-se a lideranças inspiradoras e reforçando seu compromisso com impacto e diversidade cultural.
"Como criar futuros mais inclusivos, equitativos e regenerativos?"
Essa foi a pergunta que moveu a participação do Instituto GUETTO no Encontro +B Amazônia 2025, realizado em Belém, que esse ano será palco da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30).
Durante dias intensos de trocas, diálogos e vivências culturais, a diretora executiva Aimê Araújo, junto a diretora educacional Aline Clemente, mergulharam em reflexões sobre colaboração e impacto social, conectando-se a lideranças que atuam na linha de frente da transformação.
Mais do que um evento, o Encontro foi uma oportunidade de reconhecer a força da Amazônia como território de inovação, resistência e inspiração para todos que acreditam em uma economia de impacto positivo.
Leia o artigo para saber tudo sobre a participação do Instituto GUETTO neste evento emblemático!
O que foi o Encontro +B Amazônia?
O Encontro +B Amazônia 2025 aconteceu entre os dias 3 a 5 de setembro de 2025 e foi organizado pela Sistema B, uma organização parceira do B Lab, que desde 2013 apoia e motiva negócios a agirem e colaborarem para a construção de um novo sistema econômico. O evento, com o tema “A raiz do futuro”, aconteceu na Universidade Federal do Pará (UFPA) e reuniu cerca de mil representantes de comunidades, lideranças sociais, empresariais e culturais.
Durante os três dias, a programação incluiu painéis, rodas de conversa, oficinas e imersões em comunidades locais, sempre com a Amazônia como protagonista. E, no Dia da Amazônia (5 de setembro), a agenda contou com passeios de barco pelos igarapés, caminhadas em áreas de floresta e visitas a iniciativas comunitárias, reforçando o elo entre cultura, meio ambiente e inovação social.
O Encontro +B Amazônia vai muito além de ser uma conferência: é um alto-falante coletivo do coração da floresta. Localizada no epicentro onde será realizada à COP30, foco estava totalmente na Amazônia como protagonista da transição socioambiental e da justiça climática.
O tema “A raiz do futuro”, reforçou a importância de valorizar saberes tradicionais, fortalecer economias locais e construir soluções regenerativas em rede. Para organizações como o Instituto GUETTO, participar desse espaço significa colocar a cultura e a diversidade no centro das transformações sociais.
Vivências que fortalecem o impacto
Para Aimê Araújo, participar do Encontro foi uma experiência rica e inspiradora. Desde o início, houve uma abertura genuína para a troca, o que tornou as conversas leves e profundas. Essa receptividade possibilitou diálogos valiosos sobre como fortalecer territórios, apoiar organizações e cocriar soluções que tenham impacto real.
O último dia foi especialmente simbólico: coincidindo com a celebração do Dia da Amazônia, Aimê participou de momentos que uniram reflexão, cultura e lazer. Pela manhã, explorou o Parque Utinga de bicicleta; à tarde, navegou até a Ilha de Cobúm para um almoço comunitário; e encerrou o dia no Festival do Arrastão do Pavulagem, uma das manifestações culturais mais vibrantes de Belém.
Essas experiências reforçaram a importância de conectar sustentabilidade à cultura local e de celebrar a diversidade como parte da construção de futuros mais justos e inclusivos.
“Foi também um espaço de conexões significativas. Tive a alegria de reencontrar Lygia Anthero (coordenadora de relacionamento, liderança do Coletivo Pretas B e quem me convidou para o encontro), Priscila Konce, Sergio Serapião (co-fundador da Labora e conselheiro do sistema B) e Ingrid Reis, além de conhecer pessoas inspiradoras como Jéssica Silva (co-diretora executiva do Sistema B), Tarcila Ursini (co-presidente do Conselho Deliberativo do sistema B), João Bernardo Valentin Casali, Mercia Britto (fundadora e diretora executiva do Cinema Nosso), entre outros.
Fui acolhida com muito carinho por Noanny Maia e sua família, super reconhecidas em Belém, e ainda consegui trazer um pouquinho da sua empresa, Cacauaré, de Belém para o Rio, como uma deliciosa geleia de cacau!”
, compartilhou Aimê.
O impacto do Encontro +B Amazônia para a sociedade brasileira
O Encontro +B Amazônia não impacta apenas as lideranças presentes: ele fortalece toda a rede cultural, social e ambiental que atravessa a Amazônia e reverbera para o Brasil inteiro.
Ao reunir experiências comunitárias, saberes tradicionais e iniciativas de impacto, o evento mostra que a regeneração não é uma teoria. É uma prática viva, feita de encontros, trocas e celebrações. Quando a cultura popular floresce, ela cria pontes entre comunidades, gera pertencimento e amplia a consciência de que diversidade é também motor de transformação social.
O Encontro +B Amazônia deixou um recado claro: só é possível construir futuros mais justos quando atuamos como comunidade. Para o Instituto GUETTO, isso significa reforçar sua missão de cultivar organizações, semear autonomia e florescer a cultura popular brasileira, sempre em diálogo com práticas de equidade, inclusão e sustentabilidade.
Como destacou Aimê:
“Para mim, foi também um momento de refletir sobre como estamos agindo coletivamente, como comunidade que inova, colabora e constrói futuros mais inclusivos, equitativos e regenerativos para nossos territórios.”
A Amazônia é a inspiração para todos nós
A participação do Instituto GUETTO no Encontro +B Amazônia foi marcada por aprendizados, celebrações culturais e conexões significativas. O evento foi um chamado para repensar como atuamos em rede e como a Amazônia pode inspirar novas formas de viver, colaborar e transformar como sociedade, em todos os seus setores.
E você, já pensou em como sua organização pode se inspirar na Amazônia para gerar impacto positivo no seu território?
No Instituto GUETTO, por exemplo, acreditamos no poder da cultura, da equidade e da colaboração para transformar o Brasil. Todos os nossos projetos e iniciativas têm como o foco uma regeneração sistêmica da nossa nação, começando pelas comunidades negras e indígenas brasileiras.
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