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Dia das mães: como revolucionar vidas inteiras através do amor

Conheça quem são as mães do GUETTO e como transformam amor e afeto em Ponte para novos futuros de pessoas negras e indígenas


Mulher negra beijando rosto de bebê negro em roupa verde. Cabelo cacheado dos dois. Fundo desfocado.  Atmosfera afetuosa.

O Dia das Mães costuma ser marcado por homenagens que retratam a maternidade apenas a partir do cuidado individual e familiar. Mas, quando observamos a trajetória de mulheres negras no Brasil, percebemos que a maternidade também pode ser entendida como uma tecnologia coletiva de sobrevivência, construção de futuro e transformação social.


A escritora bell hooks defendia que o amor é mais do que sentimento:


“o amar é um ato de vontade — isto é, intenção e ação”. - bell hooks

Entre mulheres negras, essa ideia ganha uma dimensão ainda mais profunda. Historicamente, mulheres negras sustentaram comunidades inteiras enquanto enfrentavam desigualdades econômicas, raciais e de gênero. Foram elas que criaram redes de apoio, preservaram memórias e abriram caminhos para que novas gerações pudessem existir com mais dignidade.


No Instituto GUETTO, essa realidade vive nas histórias das mulheres que constrõem diariamente a organização enquanto equilibram trabalho, cuidado, afeto, maternidade e transformação social.


São mães que ajudam a construir Pontes para o futuro de centenas de pessoas negras e indígenas, enquanto também constroem futuros dentro de casa.


E talvez seja justamente aí que mora uma das maiores revoluções do amor.



Mães que constroem futuros todos os dias


No Instituto GUETTO, a maternidade se conecta diretamente com a maternidade negra e sua missão de transformar vidas através da educação, da mobilidade e do fortalecimento de oportunidades.


Cada uma dessas mulheres carrega trajetórias únicas, mas todas compartilham algo em comum: a capacidade de transformar cuidado em impacto coletivo.


Para Aimê Araújo, diretora executiva do Instituto GUETTO, pensar o futuro exige compreender exatamente esse processo de continuidade.


Como ela afirma: “Quando penso no futuro, penso nas mulheres que caminham juntas para transformá-lo”. Essa afirmação desloca o debate sobre o futuro do campo da abstração para o campo das relações concretas entre gerações.


O futuro, nesse caso, não é um horizonte distante, mas um processo social construído a partir de encontros entre trajetórias distintas. De um lado, mulheres que acumularam décadas de experiência em movimentos sociais, organizações comunitárias e processos de formação política; de outro, lideranças mais jovens que surgem em novos contextos institucionais, trazendo outras linguagens, estratégias e campos de atuação.


Quando essas trajetórias se encontram, o resultado não é apenas inspiração simbólica. É a produção de um ativo de conhecimento político.



Dia das Mães dos GUETTINHOS


Por trás de projetos, reuniões, aulas, estratégias e mobilizações, existem mulheres que também vivem uma das experiências mais transformadoras da vida: a maternidade.


Hoje, celebramos essas mulheres que fazem do cuidado uma força capaz de revolucionar vidas inteiras!


Aimê Araújo

Diretora Executiva

Mãe do Aaron e Valentina


Mãe e duas crianças com brinquedos, sorrindo em um terraço ensolarado. Ao fundo, montanhas e vegetação. Clima alegre e descontraído. Ambos negros.


Aimê atua na liderança do Instituto GUETTO, acompanhando projetos, articulações institucionais e ações voltadas à educação e transformação social. Sua trajetória mostra que liderar também pode ser um exercício diário de afeto, escuta e construção coletiva.





Carmen Lorena

Analista de Gestão de Pessoas

Mãe da Mariana


Mãe e filha sorrindo com moldura colorida "Best Mom Ever" e "CNA". Fundo listrado azul e branco, desenhos de borboletas e mural. Em clima de Dia das Mães. Ambas são negras.



Lorena cuida das pessoas dentro do Instituto, fortalecendo vínculos, equipes e relações humanas. Sua atuação reforça que ambientes saudáveis também são construídos por mulheres que entendem o cuidado como parte da transformação social.






Monique Araújo

Assistente Social

Mãe da Kizzy Abayomi


Mulher negra e criança negra sorrindo, com cabelos cacheados. Mulher usa óculos e batom vermelho. Criança veste roupa floral. Fundo neutro. Emocionadas.



Monique atua diretamente no acompanhamento social e no acolhimento de estudantes e participantes do Projeto Axé do iGUETTO. Seu trabalho conecta escuta, proteção e fortalecimento de trajetórias marcadas por desafios sociais e raciais.









Tainá Oliveira

Estrategista de Conteúdo

de Programas Educacionais

Mãe do Malik


Mulher negra e criança negra abraçados sorrindo em jardim verde; ela usa vestido marrom, ele moletom cinza. Atmosfera alegre e calorosa.



Tainá transforma comunicação em ferramenta de mobilização social. Por meio de narrativas, campanhas e conteúdos estratégicos, ajuda a ampliar vozes negras e construir novas referências de futuro para juventudes periféricas.





Iamara Lopes

Mobilizadora Social

Mãe do Gabriel


Jovem negro e mulher negra sorrindo para a câmera, um com cabelo cacheado e outro com óculos. Ambos vestem jaquetas pretas, fundo neutro.


Iamara atua diretamente na conexão entre território, comunidade e educação. Seu trabalho fortalece redes locais, aproxima pessoas dos projetos e contribui para que oportunidades cheguem a quem historicamente foi deixado à margem.






Jennifer Veríssimo

Suporte Financeiro

Mãe do Estevão e Pedro


Mulher negras e duas crianças negras sorrindo em um sofá coberto. Uma criança segura um controle remoto. Ambiente acolhedor com cores neutras.


Jennifer contribui para que os projetos do Instituto aconteçam com organização, responsabilidade e sustentabilidade. Sua atuação nos bastidores mostra como o cuidado também existe na gestão, no planejamento e na construção de estruturas que mantêm sonhos possíveis.





Júlia Franco

Educadora do Projeto Axé

Mãe do Kalyfa


Mulher negra sorridente com óculos escuros e criança fazem gesto de paz em avião. Criança segura pelúcia do Simba. Ambiente alegre e acolhedor.


Como educadora do Projeto Axé, Júlia participa da formação de jovens negros e indígenas que sonham com o acesso ao ensino superior. Sua trajetória reforça o papel histórico de mulheres negras na educação como ferramenta de emancipação coletiva.






Ana Carolina Duarte de Souza

Educadora do EmpowerAFRO

Mãe do Pedro Ben e Maria Bethânia


Mulher negra sorridente com duas crianças negras felizes em ambiente decorado com flores e cortinas rosas. Tons suaves e clima alegre.


Ana Carolina atua na formação de mulheres negras empreendedoras, fortalecendo autonomia econômica, autoestima e protagonismo. Seu trabalho ajuda a criar caminhos para que outras mulheres possam sonhar, liderar e transformar suas próprias realidades.







O amor também transforma estruturas


Frequentemente, mudanças sociais são associadas apenas a grandes lideranças, decisões institucionais ou políticas públicas. Mas existe uma dimensão silenciosa das transformações que começa no cotidiano: o cuidado.


No Instituto GUETTO, entendemos que revolucionar vidas inteiras através do amor não é apenas uma frase simbólica, mas também reconhecer que muitas das transformações que defendemos socialmente começam justamente nas relações de afeto, proteção e construção coletiva sustentadas por mulheres negras.


Hoje celebramos essas mães que, diariamente, constroem Pontes entre o presente e o futuro!


Continue acompanhando o Instituto GUETTO para ficar por dentro das novidades de uma organização que trabalha através e por mulheres negras!





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